Manifesto

Mondo Simondongo – Manifesto
Por Gonzalo Aguirre
Simondon crece en la mirada que se abre a nuestro entorno natural: la metrópoli.
Ya no la tememos.
No abominamos de la así llamada “tecnología”.
Aprendimos a contemplarla
(Simondon enseña la contemplatio intempestiva)
No nos interesa la tajada teórica eventual
Nos convoca la mutación de todo un régimen de atención epistémico
Esa mutación es el imán que nos atrae, que patentiza afinidades electivas
Es el magneto francés que crea una América nuestra
Y es que Simondon es mexicano, guatemalteco, uruguayo
Un poeta enorme, compinche de Lezama Lima y de Juan L. Ortiz
Su obra cumbre es la Novela de la Individuación
El sempiterno Libro Negro
Para hacer cuentas siempre hay tiempo
Para sumergirse en el exceso simondonal no hay tiempo que perder
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Tradução brasileira por Pedro P. Ferreira
Simondon cresce no olhar que se abre para o nosso meio natural: a metrópole
Já não a tememos
Não abominamos a assim chamada “tecnologia”
Aprendemos a contemplá-la
(Simondon ensina a contemplatio intempestiva)
Não nos interessa a eventual fratura teórica
Convoca-nos a mutação de todo um regime de atenção epistêmica
Essa mutação é o ímã que nos atrai, que evidencia afinidades eletivas
É o ímã francês que cria uma América nossa
E é que Simondon é mexicano, guatemalteco, uruguaio
Um poeta enorme, companheiro de Lezama Lima e de Juan L. Ortiz
A sua obra-prima é a Novela da Individuação
O eterno Livro Negro
Para fazer contas, há sempre tempo
Para mergulhar no excesso simondonial, não há tempo a perder