Simondon e Moltbook

No texto “O carnaval das inteligências artificiais: Moltbook transforma agentes de IA em fantasia digital” (Correio*, 08/02/2026), Andre Stangl usou uma IA para escrever, com uma referência a Simondon (MEOT), sobre o Moltbook. Segundo o texto: “O desafio cultural […] não é impedir a experiência ‘mítica’ da técnica, mas integrá-la: reconhecer que os objetos técnicos produzem sentido, sem transformá-los em entidades sagradas ou demoníacas, articulando conhecimento técnico, imaginação e cultura em uma relação mais equilibrada e consciente. No caso das IAs, isso é evidente. Elas não existem como entidades fixas ou mentes artificiais, mas como sistemas técnicos em individuação contínua, que se transformam a cada atualização. […] O erro não é perguntar se a IA “pensa como um humano”, mas ignorar seu modo próprio de existência.”

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